Morram longe!
Se isso é tão bom, se não "podemos dar-nos ao luxo de perder tamanha jóia" façam um spin-off e fundem uma companhia de dança a ver se aguentam uns meses. Se é tão bom, certamente outra Fundação poderá ficar com "tamanha jóia". Mexam-se! Só me faltava ter de ver o Estado contribuir para outro peditório.
Tanta gente preocupada com 40 bailarinos subsidiados, quando há centenas de outras pessoas despedidas diariamente e nobody cares.
"Não é justo, excelentíssimos senhores."
News flash! A vida não é justa, pq haveria isto de ser ? Deal with it like the others do.. without whining!
Olá Carlos,
Costumo ler o teu blog a tua opinião sobre a petição online motivou este comentário.
Sobretudo por que assinei essa petição e porque acho que a liberdade de fazer uma petição online assiste a cada um. Só participamos se concordarmos... Devo dizer que não tenho qualquer tipo de ligação ao ballet. Apenas uma ligação cultural, e o suficiente para saber que sem mecenato (nomeadamente, a Fundação Calouste Gulbenkian) não existia bailado e muitas das actividades culturais deste pais.
É claro que existem muitos desempregados, mas esse facto deve impossibilitar os bailarinos da Gulbenkian de tomarem uma posição em relação ao seu próprio despedimento?
Pessoalmente, acho que não... por Bruno Monteiro a 8 Julho 2005 - 18:34
A ideia...
Olá Bruno.
Em relação ao Carlos não sei bem a ideia dele, mas da mesma maneira que eles têm a liberdade de fazerem esse peditório, eu tenho a liberdade de o achar ridículo.
Não me parece que seja coerente que todos os grupos de 50 pessoas de uma certa área de trabalho que estejam no desemprego, façam uma petição para entregar ao Estado como forma de pedir emprego/subsidio.
Mas isso sou eu... por Cláudio Franco a 9 Julho 2005 - 12:41
zefocus@hotmail.com
Espero bem que existam poucos como tu. Assim como tua tens a liberdade de achar a petição ridícula (leia-se: merecedora de riso), outros podem considerar-te a ti ridículo.
Mas isso sou eu... por José Santos a 10 Julho 2005 - 20:57
Bailarinhos
Tu, às vezes falas um pouco sem pensar, ou neste caso escreves, criticares abertamente os bailarinos da fundação calust gulbenkian, é mostrares um pouco que desconheces a sua realidade. E acima de tudo que desconheces a realidade do ballet em Portugal, eu pessoalmente conheço mal, mas aquilo que conheço diz-me que a vida deles não é facto assim tão simples. E acho que atacares os bailarinhos é mau, porque são eles que têm levado ao fim destes anos todos o nome desta fundação bem longe e nome de Portugal também, se calhar muitos deles fizeram mais do que o próprio estado nessa promoção.
Pena é que não possas vê-los mais ao vivo, eu vi e gostei, e acho sinceramente que estas actividade sem mecenas não sobrevivem.
Não posso no entanto criticar a Fundação por tomar a decisão que tomou, imagino que seja insustentável continuar a subsidiar uma actividade contra ventos e marés daquele que me parece ser o piorzinho dos nossos ministérios: o da cultura! ;)
Quando ao mexam-se! Estou de acordo, mas ainda é cedo para lhes chamar nomes, dá-lhes tempo, é que cada um daqueles 40, eu conheço uma lutou muito para lá estar e posso garantir-te que passou de facto muito tb para conseguir o seu lugar, há por aí bem mais gente menos merecedora de tanto estrelato que acredita recebe bem mais do que estes. por Pedro Custódio a 11 Julho 2005 - 10:04
Pontos de vista
Pedro, eu nunca falo sem pensar, posso é pensar de maneira diferente. Eu não critiquei os bailarinos per se... critiquei a atitude deles, como critico as atitudes de "outras classes". Eu estou-me a borrifar para a vida deles, como eles para a minha, difíceis ou não. Certamente será mais fácil que a de muito boa gente e não vês os outros com petições a venderem o peixe deles. Foi a vida que escolheram para fazerem o que gostam.
Depois a Fundação não é *a* companhia de bailado, se o fosse certamente não eram burros ao ponto de a matar. E mecenato há muito por aí, se trazem assim tanto prestígio alguém irá assumir a companhia... ou não.
Ver-los ao vivo é relativo, é como o circo. Para muitos é maior espetáculo do mundo, para outros não há coisa mais deprimente. E não os vês dizer aos outros que são "artisticamente subnutridos".
Por último, eu não chamei nomes a ninguém, e acabas por concordar com a base do que eu disse, "Mexam-se!". Tudo se resume a isso. Percebo que tenhas uma visão mais apaixonada que eu por conheceres pessoas envolvidas, como compreendo familiares de/ou professores com que tenho discuções sobre o tema do ensino. Agora não podemos é deixar de ser pragmáticos. Lá por ser "cultura" não estão acima dos outros. Eu tb conheço pessoas que se calhar passaram fome para tirar um curso superior para agora terem um emprego... your point being ? Todos(alguns menos que outros) "passam por muito" para obterem o que querem. por Carlos Jorge Andrade a 11 Julho 2005 - 11:10
Typo irónico
"discuções sobre o tema do ensino" devia ser "discussões sobre o tema do ensino". Os typos pelos vistos seguem a ley de Murphy.
(podes apagar este comentário depois de corrigir) por Sérgio Carvalho a 11 Julho 2005 - 14:27
Blogmaster
Tem 32 anos, é natural de Vila Nova de Famalicão mas mora no Porto desde que veio para a universidade... bem, morou. Agora já casado, está pela Maia. Anda pela internet há já uns 12 anos tendo trabalhado em vários projectos como foram o caso do Mail.pt ou no Sapo. Nos tempos livres vai tendo tempo para fazer umas brincadeiras, entre as quais o ITJobs o Lusocast o Hispanocast ou o Destakes
De resto já bloga há uns 7 anos apesar de ter perdido parte da "vida" numa mudança de hosting provider. Algumas restias ainda por aí andam... ah, e o email de contacto está no footer. Btw... job offers are welcome!
não chateiem com os erros de Português... "the bad spelling is part of the charm". ;-)
escusado será dizer que as opiniões aqui expressas são minhas e só minhas, e não de outros ou da empresa onde trabalho
qualquer outro bitaite... ramblings at karlus.net
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