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Novembro, 6 2006
Segunda-feira

Houvessem mais como estes dois...

Rui Rio pôs fim a todos os subsídios pecuniários a fundo perdido a partir do próximo ano. Para o autarca trata-se de inverter a “perversa cultura da mão estendida” e é um modo de servir de exemplo para um país em que a despesa pública é “castradora do desenvolvimento”.

Só de pensar que há uns "artistas" que levam a Câmara a tribunal por não lhes atribuir dinheiro para fazer as "pecinhas" que lhes apetecem fazer... A arte e o teatro e os espetáculos em concreto dão lucro. Não podem é ser geridos por meia dúzia de bandalhos filiados no PC ou no BE para que isso aconteça. Ei, alta tirada fachista... :-D


A Plataforma de Sindicatos acusa o Governo de fazer «uma declaração de guerra» aos professores depois de as negociações sobre o Estatuto da Carreira Docente terem terminado, esta terça-feira, sem acordo.

Desde quanto é que numa negociação tem de haver necessariamente um acordo ? Nenhuma das partes é obrigada a ceder, onde é que na na Constituição se diz que o Estado tem de baixar as calças ? Eu continuo sem perceber porque é que quem não concorda com as regras (novas ou velhas), se não consegue vergar a outra parte, não se põem ao fresco. Se as regras são assim tão más, se não fazem sentido, se são um roubo, seguramente haverá melhor por aí. Não pode ? Não tem condições ? No privado é pior ? Então fechem a matraca! Berrem mas que não passe disso. A greve não ajuda ninguém... só prejudica os outros que nada têm a ver com as condições de vida deles. Na generalidade quando a alguém não lhe agrada algo no trabalho, não se põem explicitamente a prejudicar os clientes/fornecedores (ok, há casos). Fala com o chefe e daí ou vai para o café beber finos com os amigos ou vai pra casa bater na mulher.
E não se preocupem, há n professores não colocados que teriam todo o gosto em assumir as posições deixadas. Sim, li o novo estatuto e só me ocorreu um... "olha, há anos que trabalho e as regras são estas".


Aaahhh... há que tempos não mandava tiradas destas. Já me vai correr melhor a semana. :-D

Hora  6 Novembro 2006 - 12:40   Comentários 22 Comentário(s)    

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Asneirada!
Carlos,
É tua opinião e eu respeito-a, mas tu, tal como muita gente não sabe as condições de trabalho de alguns dos professores.
Quando tiveres a tua esposa a chegar a casa em pânico porque um aluno se encostou e a ameaçou fisicamente diz qualquer coisa.
Estamos na geração "Morangos com açucar", o respeito que havia no nosso tempo já não existe.
Claro que ser o professor tem as suas vantagens(horário de trabalho, etc), mas se falarmos de carreira, esquece.
A Marta tirou o mestrado, básicamente para nada.
No meu entender é uma profissão desmotivante.

"E não se preocupem, há n professores não colocados que teriam todo o gosto em assumir as posições deixadas."

Isto sim é um cena fachista...


por Nuno Mariz a 6 Novembro 2006 - 13:21

Mestrado no ensino secundário...
Nas empresas em que trabalhei nunca foi aumentado/promovido por ter feito mais um curso/pós-graduação/mestrado... Porque isso havia de acontecer a um professor do ensino secundário/básico...

Aliás é ridículo termos professores com mestrado nesse ensino... E aqueles que conheço que tiraram o mestrado só foi por uma razão, passar à frente dos colegas sem o mestrado. O mestrado servia essencialmente para receberem mais e progredir na carreira... Enquanto a qualidade do ensino é o mesmo.

Também sabemos que as condições de trabalho são más, a violência aumenta, a falta de respeito também, mas isto acontece em muitos sítios que não numa escola pública.

Para haver investimento é preciso cortar em algum lado, começaram com as regalias ridículas que os professores tinham. A maior parte do orçamento do Ministério de Educação vai para pagar os salários dos professores, restando muito pouco para os investimentos necessários para melhorar as tais más condições.

por Paulo Moura a 6 Novembro 2006 - 13:50

WTF?!
"... Enquanto a qualidade do ensino é o mesmo."
Pela lógica ter mais formação não é relevante para a qualidade do ensino, enfim...

"...mas isto acontece em muitos sítios que não numa escola pública."
Diz-me em que empresa do sector privado isto acontece?!

"...começaram com as regalias ridículas que os professores tinham."
Quais?!

por Nuno Mariz a 6 Novembro 2006 - 14:01

É porque deve
Deve estar a custar muito ao ppl que está mal habituado virem estes gajos (não, não sou da mesma cor) dar-lhes na cabecinha e por as coisas no sítio.

Dá-lhes Sócrates! Agora é que vai ser super-mega-hiper-ri-fixe :-)

por Filipe Miguel Tavares a 6 Novembro 2006 - 14:18

Mete o mestrado...
Mariz,

"Quando tiveres a tua esposa a chegar a casa em pânico porque um aluno se encostou e a ameaçou fisicamente diz qualquer coisa."

Amigo, profissões de risco há muitas. Se a tua esposa não tem competências psicologicas muda de ramo. Tanta gente que não tendo condições de trabalho sujeita-se ao que existe... ou então faz como muitos, deixa-se levar um estalo e meta baixa durante o resto da vida. Ah espera... agora essas analises já requerem um médico do posto. O médico amigo já não serve...

"A Marta tirou o mestrado, básicamente para nada."

Nada disso, claro que tirou para alguma coisa. Tirou pelas mesmas razões que os outros e como muitos andam agora em aulas nocturnas em licenciaturas e reciclagem. Para subirem de escalão e ganharam mais. Ponto!
O resto são teorias de que agora vão ensinar melhor. Aposto contigo a quanto quiseres que a larga maioria dos professores que tirou o mestrado, se não soubessem à priori que iam ganhar mais automáticamente ficavam em casa.
Onde é que tirar mestrado implica aumento salarial automático ? Só no Estado... isso é bom ? Era. :-)

""E não se preocupem, há n professores não colocados que teriam todo o gosto em assumir as posições deixadas."
Isto sim é um cena fachista..."

Não, chama-se a lei do mercado. Mas já agora... tu fazes greve ?!!? Já fizeste ? Pois...

por Carlos Jorge Andrade a 6 Novembro 2006 - 14:24

Boa!
Já tinha saudades destas críticas =) foi muito bem mandada.. continua Carlos!

Nuno Mariz: Não podemos aplicar a todos, mas a uma grande parte. E tenho mais pena daqueles que têm de acordar cedo e andarem centenas de quilómetros ou então estar uma semana separado(a) da família, por não estar colocado numa escola perto.

As carreiras na função pública, deviam ser congeladas era para sempre e trabalharem com o modelo das Empresas. O meu pai trabalhou mais de 10 anos numa empresa e pouco subiu do ordenado mínimo.

por Marco Rodrigues a 6 Novembro 2006 - 14:41

Ya!
"Mas já agora... tu fazes greve ?!!? Já fizeste ? Pois..."
Não fiz, porque nunca precisei, mas tenho esse direito. E tu?

"Onde é que tirar mestrado implica aumento salarial automático ? Só no Estado... isso é bom ? Era. :-)"
Há coisas que têm de mudar, claro. Sabes que tipo de avaliação e por quem serão impostas aos professores?!

"Se a tua esposa não tem competências psicologicas muda de ramo."
Em que mundo vives?! Ou andas a ver demasiado os "Morangos com açucar"?
Quando fores na rua e te derem uma navalhada eu vou dizer-te que tu não tiveste competências psicologicas. Ya?!
Já agora, a ameaça foi feita por um aluno de 22 anos e só não chegou a vias de facto porque os colegas o seguraram. E caso chegasse, não havia ninguem disponível para controlar a agressão fisica.
Bem, esta bateu tudo.
I rest my case... depois desta...

por Nuno Mariz a 6 Novembro 2006 - 14:46

Educação e Justiça.
"«... Enquanto a qualidade do ensino é o mesmo.»
Pela lógica ter mais formação não é relevante para a qualidade do ensino, enfim..."
Vê-se pela qualidade dos alunos que chegam às universidades... e como estão preparados para enfrentar as dificuldades. Num esforço para melhorar a "qualidade" do nosso ensino, o governo(penso que começou com o Guterres) criou o sistema que ninguem chumba!!!


"«...mas isto acontece em muitos sítios que não numa escola pública.»
Diz-me em que empresa do sector privado isto acontece?!"

Trabalha na baixa do Porto e sair do emprego depois das 22h...

"«...começaram com as regalias ridículas que os professores tinham.»
Quais?!"

Quais, basta tirar o mestrado para ganhar mais e subir de escalão... As progressões automáticas... Os horários...

Mas é assim, os alunos violentos e mal educados deviam ser expulsos da escola e colocados em instituições próprias, tipo colégio interno! E os seus encarregados de educação deviam ser responsabilizados, sejam criminalmente seja monetariamente. Mas ai encontramos outro problema da nossa sociedade - A Justiça Portuguesa, ou a falta dela. Segundo parece, nos próximos tempos quem é condenado a uma pena de prisão de menos de 4-5 anos já não é encarcerado mas leva de bónus umas pulseiras...

por Paulo Moura a 6 Novembro 2006 - 15:09

Assim se vê...
O risco é completamente ortogonal à progressão automática nas carreiras, mas é sempre um bom argumento para fazer dos professores uns coitadinhos. Porque interessa desviar as atenções da realidade do que está a ser proposto, não vá a opinião pública ficar do lado do governo...

Os seguranças/vigilantes também têm uma profissão de risco, no entanto ganham uma miséria e não progridem facilmente na carreira (têm sorte se não forem para a rua à discrição do empregador). Um motorista dos TST tem uma profissão muito mais arriscada do que um professor, no entanto não ganha nada de especial e não tem quaisquer garantias de progressão.

O que se passa com os professores, passa-se em toda a administração pública e em muitas empresas do estado. Durante anos os trabalhadores foram acumulando regalias, mas essas regalias nunca tiveram como contrapartida um aumento de produtividade, nem sequer um esforço. Pelo contrário, geraram "sistemas" mediocres, dispendiosos e injustos (porque os bons não são recompensados, e os recém-chegados são sempre penalizados).

Se por esta altura estão a dizer "este tipo é um facho", então deixem dizer-vos que o problema central disto tudo está nos próprios sindicatos e nas centrais sindicais a que pertencem, que estão podres e corruptas e só existem para servir os seus próprios interesses (e os interesses de alguns partidos) e não os interesses dos trabalhadores.

Assim, assistimos a manifestações onde as pessoas não sabem exactamente porque estão lá, sabem apenas que estão a ser "roubados"...

Para passar de um sistema furado para um sistema que funciona, vai doer durante algum tempo a muita gente (especialmente aos incompetentes que agora vão deixar o descanço). Não se fazem omeletes sem partir ovos.

por Carlos Rodrigues a 6 Novembro 2006 - 15:26

Navalhada
Mariz,

"Mas já agora... tu fazes greve ?!!? Já fizeste ? Pois..."
Não fiz, porque nunca precisei, mas tenho esse direito. E tu?

Mesmo que precisasses não fazias, tens de conhecer a lei da greve primeiro.
Uma coisa é ter o direito, outra é poder fazer. Eu nunca fiz e não quero o direito para nada.

"Quando fores na rua e te derem uma navalhada eu vou dizer-te que tu não tiveste competências psicologicas. Ya?!
Já agora, a ameaça foi feita por um aluno de 22 anos e só não chegou a vias de facto porque os colegas o seguraram. E caso chegasse, não havia ninguem disponível para controlar a agressão fisica."

Ah, já cá faltava a comparação demaógica... até na rua pode acontecer isso, aliás, até podia trabalhar numa repartição de finanças e lá chegar um devedor e agredir-la. Todos estamos sujeitos a loucos. Mas...
1) Ninguém está a discutir as condições de segurança nas escolas
2) Podia ter competências psicologicas, mas não voltava a passar nessa rua que disseste, o mesmo é dizer, mude de escola! É difícil, não há lugares noutras, etc... pah, é como diz o outro, "é a vida".

por Carlos Jorge Andrade a 6 Novembro 2006 - 15:29

Violência no trabalho
Mariz,

Lembrei-me agora de uma profissão sujeita a violência de terceiros porque aconteceu com uma amiga minha.

Ela trabalha numa companhia de seguros e de vez quando aparecem lá uns malucos que pensam que agredir a funcionário que está com o processo vai o tornar mais celére...

Já lhe apareceu um gajo com pé de cabra que deu cabo da secretária, do monitor do pc, da cadeira, dos vidros e quase colocava a rapariga no hospital...

Quer mais exemplos de violência no trabalho?

por Paulo Moura a 6 Novembro 2006 - 17:51

A falta de jeito...
http://porto.taf.net/dp/node/1076
por TAF a 6 Novembro 2006 - 18:10

Preto & Branco
Quando apenas vemos a preto e branco num mundo cinzento estamos condenados a ser felizes e assertivos - ignorance is bliss.

Triste, muito triste.

por Preto & Branco a 6 Novembro 2006 - 19:17

Idiotices
Da próxima vez que queiram falar de uma coisa sem saber o que dizem ou sem viver na pele as situaçõs, pensem duas vezes ... Não há uma frase que se aproveite no post em relação aos professores ...
por Rui Moura a 6 Novembro 2006 - 19:49

Idiotices
Rui,

Claro que não, nem eu assumiria tamanha façanha.
Vá lá, quem é que da família é professor ? É grevista recorrente ? Também faz o choradinho da mala de cartão ?

por Carlos Jorge Andrade a 6 Novembro 2006 - 20:13

"Houvessem" mais como estes dois
Se houvesse mais como estes dois talvez "houvessem" mais como o autor.....
Com falta de formação na língua portuguesa.

por a 6 Novembro 2006 - 21:45

Bora lá para a guerra
Querem falar, de escola, profissão de professor, e companhia. Ora bora lá.

O que dizem a meter um tipo que é o primeiro ano que está a dar aulas como director de turma?

O que dizem a ouvir os professores a dizer que vão fazer greve, só porque vão ficar sem a progressão automática na carreira. É que isto de não poder chegar ao 10º escalão(acho eu), sem demonstrar competências técnicas tanto na parte pedagógica como na parte técnica, é muito mau é que ter de provar que se é bom dá trabalho.

O que dizem de haver reuniões todas as semanas para se falar do sexo dos anjos?

O que dizem quando perguntam aos colegas quais são as alterações no sistema de ensino para o melhor, eles quase nunca respondem e apenas apontam para a greve por causa do estatuto de carreira de docente.

O que dizem, de ver os colegas a planearem as sessões de formação só pelos créditos para uma progressão mais rápida na carreira, ou seja, pelo dinheirinho?

O que dizem de haver discriminação entre professores profissionais e os outros, ou seja, licenciados mas não via ensino, quando muitas vezes os não profissionais são melhores (em tudo) do que os profissionais e ganham menos?

O que dizem das disciplinas técnicas serem dadas por pessoas sem competências ou sem curriculum naquela área, mas só porque o ministério acha que um licenciado em informática pode dar aulas sobre diodos, resistências, e companhia, esse docente tem de dar mesmo. Quem diz isto diz, pôr um professor de português-francês a dar latim, só porque pertence ao mesmo agrupamento.

Disto tudo os colegas não falam, porque isso importa, o que importa é progredir na carreira e ganhar mais uns trocados e com esta nova lei, o pessoal já não pode ganhar quase 900 contos a mais por ano. Mas é que é muito dinheiro.

É claro que não me identifico, porque não vá um colega estar a ler isto e depois sou "empalado" na escola. ;)

Estou a pensar seriamente, no final do ano dizer adeus a esta vidinha, e isto logo no primeiro ano, mas o pior é que eu gosto de dar aulas mesmo não sendo profissional, de ensinar, mas não gosto de ver colegas que só lá andam para ganhar dinheiro, que passam a vida a dizer que eles(alunos) não se esforçam, que eles não entendem as perguntas, que eles não sabem pensar, que eles isto, que eles aquilo. Mas não é dever do professor procurar várias maneiras/técnicas de ensinar, de puxar pelos raciocínio dos alunos? E depois ainda ouço coisas do género mas tu ainda te dás ao trabalho de explicar de tantas formas diferentes?

por Um infiltrado a 6 Novembro 2006 - 21:56

Os artistas
Estão todos a comentar a parte referente à Educação mas eu queria dizer que concordo plenamente contigo: Fiz teatro e sei muito bem como eles gostam de subsídios sem terem ninguém a regular as contas. trancaram-se no teatro porque o dinheiro para o tabaco não pode faltar!!
Se eu vivesse no Porto tinha ido para lá vaiá-los em vez de apoiá-los, como fizeram os amiguinhos PC.

por Tchetcha a 7 Novembro 2006 - 00:12

Professores, esses...
Há coisas que estão mal e comentários destes nem sempre vale a pena comentar. É verdade que há n professore não colocados que teriam todo o gosto de passar a trabalhar. Acredito que também haverá por ai n engenheiros informáticos dispostos a trabalhar por metade do teu salário e com metade das condições. Já vi professores a trabalhar por 5€ à hora. Os problemas não residem aqui, mas sabes que eu tenho que comprar a todo o meu material de trabalho, ao contrário da maior parte dos empregados de escritório? Sabias que numa escola há 2 computadores para 160 professores? Sabias que numa escola há por vezes 5 bolas de futebol, 5 de basquetebol e outras tão poucas coisas para uma população escolar de 1000 alunos? Sabias que um ano gastei 500 euros por mês para poder trabalhar? Sabias que já passei horas a fio a corrigir testes durante sábados e domingos? Outras coisas gostaria de te poder dizer. Preocupem-se apenas com uma coisa. Os vossos filhos e o futuro do planeta passa obrigatoriamente pelos professores que lhes dão aulas. Apoiem-nos para que o futuro do planeta possa ser um pouco melhor.
por João Vasconcelos a 7 Novembro 2006 - 19:04

A arte sem fins lucrativos
Disseram os ex-barricados no Rivoli, que a arte não tem de gerar lucros.Pois muito bem, assim sendo a proposta a fazer é todas as receitas de bilheteira, deverão ser entregues aos actores e realizadores das peças teatrais, e com ele giram todo o teatro.Ou como alternativa , não tendo as ditas peças teatrais de gerar lucro, ou gerar audiências, porque não forma um tetaro em casa, tipo "Home theatre"!Curioso, é que o facto de se terem barricado tiveram mais audiências que uma qualquer peça que por ali (Rivoli, rimou) passe.
por Luís Juncá a 8 Novembro 2006 - 10:56

Rui "bumfight" Rio
Muita moral para quem ganha uns tostões, mas nada sobre os muitos que ganham pipas de massa como consultores, acessores, administradores, directores ou vogais de empresas públicas e semi-públicas.

Para mim isto é valentia, mas dentro do género bumfights.

por Pedro Lima a 10 Novembro 2006 - 10:31

Ir além?
Se existe por estas bandas algum interesse em perceber o que quer que seja, sugiro a leitura desta entrevista:
http://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2006&m=11&d=13&uid=&id=107072&sid=11814

Caso não exista, deixem lá...

por anónimo a 13 Novembro 2006 - 13:59


Blogmaster
moi Tem 36 anos, é natural de Vila Nova de Famalicão mas mora no Porto desde que veio para a universidade... bem, morou. Agora já casado, está pela Maia. Anda pela internet há já uns 16 anos tendo trabalhado em vários projectos como foram o caso do Mail.pt ou no Sapo. Também conhecido como o responsável pelo ITJobs, o Destakes e o Usauto entre outras brincadeiras. De resto já bloga há uns 11 anos apesar de ter perdido parte da "vida" numa mudança de hosting provider. Algumas restias ainda por aí andam... ah, e o email de contacto está no footer.

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